Categoria: Redes Sociais

Agilidade no tratamento do AVC é garantia de vida sem sequelas

A cada ano, 16 milhões de pessoas ao redor do mundo sofrem um AVC Thinkstock Primeiro, um tropeção sem motivo aparente. Logo em seguida, a paralisação no lado esquerdo do rosto e, em alguns minutos, a impossibilidade de engolir a própria saliva. Foi essa a sucessão de sintomas que a enfermeira Luciana Maciel, de 40 anos, vivenciou, logo antes de ser diagnosticada com um AVC isquêmico, no final de 2016. Por sorte, ela foi levada a um pronto-socorro e tratada em menos de duas horas após o início dos sinais. A agilidade garantiu que a enfermeira pudesse viver, após o incidente, sem nenhuma sequela física ou mental.  Além de Luciana, 16 milhões de pessoas ao redor do mundo sofrem um AVC a cada ano, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde). Pelo menos seis milhões morrem. Já no Brasil, o Ministério da Saúde aponta que são registradas cerca de 68 mil mortes por AVC anualmente. A medicina classifica o AVC de duas formas: hemorrágico, que se caracteriza por um sangramento dentro do cérebro e abrange 20% dos diagnósticos; e isquêmico, mais comum, que corresponde a 80% dos casos e é provocado pela obstrução de uma artéria que leva sangue ao cérebro. No País, este tipo de derrame faz pelo menos 400 mil vítimas ao ano. 76% dos hospitais no Brasil não têm condições de atender pacientes com...

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Escolinha de skate faz a alegria de crianças no Real Parque

“Finha, você vai trocar o meu rolamento?”, “Finha, você viu o meu rockslide?”, “Finha”, “Finha”. O skatista profissional Rafael Finha, de 36 anos, perde as contas de quantas vezes seu nome ecoa na pista do Real Parque, na zona sul de São Paulo. Desde janeiro ele mantém a terceira geração da escolinha de skate no local e ensina cerca de 16 crianças, entre 8 e 13 anos, a praticar o esporte — que estreia como modalidade olímpica no Jogos de Tóquio 2020. Cada criança, depois de três meses de frequência nas aulas, tem direito a levar o skate para casa, onde também andam. Começou a faltar, parou de ir para a escola? Nada feito, o skate volta para a ASRP (Associação de Skate do Real Parque), que administra o espaço com uma concessão cedida no início deste ano e com duração até 2020. Finha explica. — A ideia não é transformar [as crianças] apenas em profissionais de skate, mas elas podem ser profissionais do skate. Ou podem seguir para outras áreas, como comunicação, marketing, criação, moda. O skate é muito amplo, é uma mescla muito grande de vertentes. Na quarta-feira da semana passada (30), o R7 acompanhou uma aula. Guilherme Silva Soares, de 10 anos, pega embalo, sobe a rampa e coloca os eixos do skate no cano de ferro fixado no solo, mas se desequilibra. Ele repete a...

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Suicídio: ‘As pessoas não têm coragem de aceitar a doença’

Taxa da suicídio no Brasil é 11,4 para cada 100 mil habitantes Thinkstock No Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, lembrado neste domingo (10),o CFM (Conselho Federal de Medicina) e ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria) lançaram neste mês uma campanha para orientar profissionais e a população e descontruir o preconceito em torno do suicídio e suas causas, além de instruir os médicos a identificar e tratar seus pacientes. Segundo dados da OMS, mais de 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano em todo o mundo, o que equivale a uma morte a cada 40 segundos. No Brasil, as taxas de suicídio são de 15 casos a cada 100 mil habitantes para os homens e 8 casos a cada 100 mil habitantes para as mulheres. Conversar sem julgamento pode prevenir suicídio Segundo o presidente da ABP, Antônio Geraldo da Silva, quase 100% das pessoas que cometem suicídio hoje têm doença mental, e a maioria delas deixa de procurar um especialista para receber o tratamento. — As pessoas não têm coragem de dizer a ninguém, procurar um psiquiatra ou até mesmo aceitar a doença. É um estigma que as pessoas têm de se preocupar com o que os outros vão achar dela. Depressão é a maior causa de doenças e invalidez no mundo Só falar não é suficiente Conforme explica o presidente da ABP, a falta de instrução da população ainda...

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Conversar sem julgamento pode prevenir suicídio

Brasil é o oitavo país do mundo com mais casos de suicídio Thinkstock Mais de 90% dos casos de suicídio estão associados a distúrbios mentais, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde). E, entre os transtornos de humor, o diagnóstico mais frequente é a depressão, responsável por atingir 36% das vítimas. Segundo o psiquiatra José Alberto del Porto, professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), o transtorno mental prejudica a capacidade de julgamento, tira o direito de escolha da vítima e pode levar ao suicídio. E, na maioria das vezes, está atrelado a transtorno passível de tratamento e prevenção, ressalta o especialista.  — Muitos acreditam que o suicídio resulta de uma escolha livre, como um exercício da liberdade entre escolher entre a vida ou a morte. Mas uma pessoa com depressão nunca está completamente lúcida e tem plena consciência do que faz.  A vítima que sofre de depressão chega “a esse ponto” para acabar com um “sofrimento psíquico terrível”. — As crises afetam a percepção da realidade e pode interferir até no livre-arbítrio da pessoa. Ela chega a um ponto em que ela faz qualquer coisa para se livrar disso. Dados do Ministério da Saúde mostram que o número de pessoas que cometaram suicídio no Brasil saiu de 9.852 para 11.178 em 2011 para 2015 — o que representa um crescimento de 13%. Já um levantamento...

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No rap e no repente, versos cômicos são marca de artistas de trem em SP

Pauê, que improvisava em batalhas de MCs, se apresenta na linha 9-Esmeralda Kaique Dalapola/R7 Versos cômicos dão o tom das apresentações dos artistas que se viram para ganhar a vida nos trens da CPTM e do Metrô de São Paulo. O R7 acompanhou, nas últimas semanas, performances de algunss desses personagens, que driblam a norma das companhias e recebem contribuições de passageiros em troca de suas artes. Na linha 9-Esmeralda (Grajaú-Osasco) da CPTM, o rapper Pauê Oliveira, 27 anos, fazia sua apresentação. Após ligar uma caixa com o beat (base da música), ele improvisava versos mexendo com os passageiros: O artista integra o movimento WuTremClan. O coletivo reúne 12 rappers que se apresentam em diferentes linhas de transporte sobre trilhos em São Paulo — o nome surgiu baseado em um grupo de Hip Hop de Nova Iorque: Wu-Tang Clan. Ele, que sobrevive de suas apresentações, diz que seu trabalho lhe dá a possibilidade de “fazer o que gosta”. “Além disso, a gente pode folgar um dia que não está muito legal”, afirma, comparando o ofício com um emprego fixo com carteira assinada. Como tantos outros rappers paulistanos, Pauê iniciou a carreira musical em batalhas de MCs, que acontecem pela cidade. Incentivado pelo carioca MC Du Trem, também integrante do WuTremClan, passou a apresentar-se nos vagões. Romário, com seu pandeiro, na linha 11-Coral Kaique Dalapola/R7 Repente no trem Além do...

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